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Home Comunidade Portugal Algibeira gémea no Dia de Portugal em Londres

Algibeira gémea no Dia de Portugal em Londres

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O maior evento da Língua Portuguesa no "quintal" de S. Majestade a Rainha, está de ressaca. 20 mil pesssoas invadiram Kennington Park com o acesso controlado pelo Município de Lambeth. O "Litle Portugal" londrino, voltou a fechar a colmeia e estedeu a asa à festa repetindo o maior evento em português em todo o Reino Unido.
Na hora do balanço inicial, a organização liderada por Rui Simões e Ludgero Castanho, fazem as contas.
Rui Simões, declarou ao PaLOP News ter liderado a comissão de 2012 devido à dívida do evento em 2011 que era de mil e 800 libras. Depois do evento deste ano, a dívida subiu seis mil e 800 libras. Foi pior a emenda que o soneto. A velocidade da dívida, cresceu mais de 6 mil libras.
Um evento que teve 20 mil pessoas e acusa um prejuízo, merece reflexão. Uma libra por pessoa, teria saldo positivo em lugar de dívidas mas a cobrança de acesso aumenta o valor do evento junto das autoridades.
Impõe-se fazer perguntas. Impõem-se obter respostas sobre o maior evento português em todo o Reino Unido.
- Como é que correu o Dia de Portugal?
- Em termos de evento, o dia correu bem. As pessoas gostaram e nada a assinalar.
- A dívída do ano passado foi paga?
- Não, não foi e conseguimos juntar à dídida o valor de £6.250.00 que é o valor do parque porque não conseguimos arranjar fundos para o pagar - revela a organização que acusa um crescimento da dívida.
António Cunha, Conselheiro da Comunidade Portuguesa organizou os ultimos eventos antes da Organização conhecida pelo nome de "Rui Simões" nos ultimos dois anos. Afirmou ao PaLOP News que sempre se recusou a pagar o parque para o evento. Rui Simões, por seu turno, refere que nos dois ultimos anos o parque nunca foi gratuito. O PaLOP News, está em condições de afirmar que se nunca foi grátis, também nunca foi pago e daí o volume da dívida. Um aumento porcentual inaceitável numa festa com 20 mil pessoas e um copo de cerveja a 3 libras.
- Já em 2005 se contava com o parque gratuito e Domigos Cabeças salva a festa com o cartão de crédito a cobrir 4 mil libras destinado ao pagamento do parque. Esse crédito nunca foi restituído e o restante da dívida foram os organizadores que o pagaram - refere Rui Simões.
- Como é que o Council perdoa dívidas a comissões anteriores e não a esta?
- Porque não temos relacionamentos políticos.
- Significa isso que Cunha beneficiou de conexões políticas?
- Penso que sim - dispara Rui Simões.
Do cartaz do Dia de Portugal, Rui Reininho, Tóy e Jorge Vadio, não estiveram na festa e esta terá sido o maior "flop" do evento.
Segundo a organização, foram as ultimas três semanas que deram o grande volte face. Até 20 dias antes do evento, a organização demonstra ter vivido da expectativa da participação de referências habituais como patrocinadores ou participantes que estiveram ausentes.
- Nas ultimas três semanas, perdemos o sponser Atlantico, três bancos (BES, BANIF e Montepio Geral) e perdemos a associação Cultural que duas semanas antes do evento nos comunicou por mensagem estar fora da iniciativa. "O que mais doeu foi o facto de a decisão ter sido comunicada por mensagem sem qualquer contacto personalizado" - refere Ludgero Castanho.
No total das desistências dos sponsers esperados como habituais, a comissão revela ter apanhado um "rombo" de cerca de 20 mil libras que ficaram escassas na contabilidade do evento.
A ausências das associações tem sido notícia e objecto do discurso do agora Comendador Carlos Freitas que criticou o facto de nenhuma associação estar presente no evento na mesma linha do discurso do Embaixador de Portugal, João de Vallera.
Atrás do frango, da sardinha assada e das fêveras, outro caldo era cozinhado que o público não apanha. A diplomacia, a Polícia, as licenças de alcool, as casas de banho móveis no recinto, o palco, os musicos, artistas e tenda VIP com os jornalistas a requisitar o "free pass" de acesso à zona VIP e do palco. Em 2012, a polícia decidiu exigir à Organização do Dia de Portugal o dobro do contingente de seguranças e polícias, indo ao ponto de terem exigido a presença de "stwarts" nos "passeios adjacentes ao parque para que o público não fosse para a estrada".
Ludgero Castanaho reclama a presença da Associação a Família cujo presidente é o Conselheiro Augusto Nunes. Também este, ausente do palco do evento ao lado das autoridades como de resto tem acontecido nos anos anteriores.
De resto, Augusto Nunes e Fernando Marques deram entrada de um pedido de licenciamento para a edição de 2012 na companhia de outro português de nome Celestino e "barrister" de profissão, que viria a ser chumbada em favor da comissão de Rui Simões.
"As pessoas que deveriam unir a Comunidade, são as primeiras a estar ausentes" - diz Rui Simões que afirma desconhecer a existência da candidatura de Nunes, Celestino e Marques quando convidou a associação A Família para a edição 2012.
"Se me tivessem dito que estavam com vontade de avançar com uma candidatura, eu teria proposto uma junção de esforços" - revela ao PaLOP News. A dúvida, será sempre saber se essa proposta seria aceite. "Inflelizmente, só soubemos dois dias depois que a aplicação tinha dado entrada no Council" - lamenta Rui Simões. Por seu turno, um dos elementos da candidatura derrotada, afiorma ao nosso reporter que a parceria terá sido proposta e "recusada".
O discurso do Comendador Carlos Freitas, haveria contudo de fazer mais "estragos". A Organização do evento responsabiliza as associações por qualquer prejuízo que a Comunidade possa vir a sentir no âmbito da edição de 2012 do Dia de Portugal.
Ludgero Castanho defende que segundo palavras do sponser principal, "se o movimento associativo estivesse ausente o evento, este perderia o interesse comercial" Daí à ausência das associações, foi um pequeno passo embora não se possa relacionar um comportamento com o outro.
"As pessoas desconhecem que para fornecer um evento daquela envergadura, o fornecedor tem que ter a sua logística em funcionamento uma semana antes. É um trabalho que só se faz porque é para a comunidade. Enquanto forem os elementos desta comissão eu não voltarei a investir no evento" - revelou um sponser ao PaLOP News. Na memória, fica a edição em que a cerveja fazia demasiada espuma porque o equipamento de pressão estava desrregulado. No evento, nenhum mecânico do fornecedor de cerveja.
Curiosamente, o Futebol Clube do Porto of London, é a associação menos comentada neste atribulado embora também tenha estado ausente. De resto, as associações, "mães" do evento, primaram pela ausência na sua totalidade o que pode ser histórico na imigração portuguesa no Reino Unido. "Parte-se do princípio que são as associações que trazem as pessoas ao parque mas ficou provado o contrário" - diz Ludgero Castanho.
Se comparado o "rombo" com o numero de pessoas que compareceram ao evento, podemos dizer que cada uma das 20 mil pessoas que lá esteve, arrastou desistências do mesmo valor.
No meio, outra questão paralela que leva os fornecedores do evento como os mesmos que fornecem o mercado habitual. "Há quem prefira trabalhar com as associações e há quem prefira trabalhar com os privados. Conforme a lista de "tendas" inscritas, assim se decidem patrocínios".
Quanto ao habitual patrocínio da Atlantico, Rui Simões revela que o acordo inicial estava tácitamente acertado desde Janeiro. "Chegou-se a falar de um reforço de patrocínio fruto de uma marca de cerveja e da proximidade com os Jogos Olímpicos" - revela Rui Simões sem perceber porque razão a Atlantico abandonou o evento três semanas antes da data.
A Organização identifica uma posição de boicote de diversos ângulos. "Os três bancos que desistiram, deram a resposta definitiva duas semanan antes do evento" - diz Rui Simões.
"Há testemunhos de pessoas que sabiam da decisão dos bancos antes de nós mesmos" - refere.
- Que erros cometeram? - perguntamos
- O erro mais básico, foi acreditar nas pessoas.
- Mesmo assim, 20 mil pessoas?
- Mesmo assim 20 mil pessoas a quem devemos um pedido de desculpas pela ausência de alguns artistas anunciados no cartaz. Fomos obrigados a cancelar acordos fruto das três ultimas semanas em que o encaixe financeiro não aconteceu.
Segundo a organização, até uma semana antes, a agenda foi mantida na esperaça de que se pudesse recuperar algum do financiamento previsto e cancelado. Para que o saldo da festa fosse zero tendo o cartaz completo, faltaram 15 mil libras das 20 mil "desistentes". O saldo das contas, seria positivo em 5 mil libras no discurso da Organização.
Do lado contrário da moeda, os organizadores tiveram que assumir pessoalmente outros prejuízos. Ludgero Castanho afirma ter disponibilizado 5 mi libras pessoais enquanto Rui Simões fala do dobro. "Temos a contabilidade para o provar" afirma. Quanto ao empréstimo de Rui Simões de 10 mil libras, refere-se ao adiantamento do subsídio municipal do parque. Por isso pode ser considerado adiantamento mas nunca prejuízo com parte ainda pendente de boa cobrança. Em todo o caso, neste movimento, passa a rubrica da limpeza do parque que "foram 5 mil libras" - segundo Rui Simões. "Espera-se que Ludgero Castanho ainda possa recuperar 4 mil libras" enquanto Rui Simões refere um prejuízo financeiro pessoal de mais de mil libras.´
- Sempre a perder? - questionamos.
- Sempre a perder - diz Rui Simões.
- Como é que uma festa que reune 20 mil pessoas dá prejuízo? - perguntamos.
- Porque o lucro vai para os restaurantes participantes e não para a Organização - diz Rui Simões.
Em relação ao ano anterior, a Organização perdeu cerca de 40 mil libras de patrocínios com particular destaque para a Lyca Mobile que em 2012 falhou com as 16 mil libras do ano anterior.
- Talvez este fosse o primeiro ano que previa excesso de receita e onde tudo falhou, menos a festa - afirma Ludgero Castanho.
É com um espírito agastado que a Organização refere as vezes que "tivemos que tirar dinheiro do nosso próprio bolso porque muitos dos participantes vieram pagar no próprio dia do evento ás duas da tarde". 
Sobre as condições de cobrança, Ludgero Castanho refere o esforço de uma carteira de "clientes" sem dinheiro e com os principais sponsers a ficarem de fora, "tivemos que aceitar as condições de pagamento ou a alternativa seria não haver festa" - refere para adiantar que "houve três restaurantes que só pagaram os 2 mil e quinhentos "pouds" da sua participação no próprio dia do evento. Outros, sinalizaram o negócio mas só no dia do evento liquidaram a factura" revela para justificar a ausência de dinheiro e consequente ausência do elenco a vir de Portugal.
Se o preço da participação é justo ou não, para a Organização é o valor que possibilita a execução da festa que inclui nas despesas 10 mil libras pelo espaço, palco, tendas, retretes e todo um sem fim logístico que ultrapassa as 40 mil libras. "Nunca tinha acontecido termos que pagar 16 mil libras de segurança e este ano fomos obrigados a fazê-lo por exigência da polícia que se recusou a emitir a licença se houvesse menos um segurança do que aquilo que ficou estipulado.
"Tentei falar com o chefe da polícia na semana anterior para reduzir o numero de elementos da segurança e a resposta foi que se o numero exigido não estivesse cumprido a própria polícia fecharia o evento no dia em que estivesse a acontecer. Não tivemos hipotese de contornar este exagero da polícia. Até nas paragens de autocarro tivemos que colocar stwarts a orientar o público por exigênca policial" - confessa.
Questionado sobre a justiça da exigência policial, Rui Simões refere a sua impotência para desobedecer à ordem policial mas não a entende no seu exagero.
O contingente do ano passado, passou de 70 elementos para mais de 120 em 2012 sem que nada o fizesse prever. Na origem da exigência, o Dia de Portugal de 2010 em que foram publicitadas mais de 50 mil pessoas no evento e que terá chegado ao conhecimento das autoridades londrinas que este ano decidiram exigir em conformidade.
A comunidade inglesa local Friends of the Kennington Park, dificultou o licenciamento do evento havendo mesmo um cidadão britânico que teve acesso à zona VIP e foi questionar o Embaixador de Portugal embora não soubesse com quem estava a falar. O «sururu» na zona VIP teve que envolver elementos da segurança para retirar o cidadão inglês do recinto. De resto, devido ás exigências da comunidade residente, Rui Simões teve que defender o evento em Tribunal para que pudesse acontecer. No topo das reclamações dos ingleses, a afirmação de que o parque fica "danificado" com a festa dos portugueses.
Os argumentos dos ingleses, não colhem porém razão já que os portugueses pagam 10 mil libras para a sua festa e 5 mil para a limpeza do parque estando "convidados" a contratar a empresa de limpeza que lhe é referida pelas autoridades.
- Será o Kennington Park a melhor solução?
- Não será a melhor solução mas tem sido a solução possível. A melhor solução seria sem duvida o Clapham Common mas os custos referentes ao parque aumentam seis vezes já que só o aluguer pedido são 60 mil libras - refere Rui Simões.
- A festa do 10 de Junho cobre essas despesas?
- Se fosse um grupo de empresários à cabeça para permitir o investimento e com cobrança na entrada acredito que sim - refere.
- Porque razão a festa dos portugueses não tem ingresso pago?
- Por duas razões simples. A cobrança de ingresso altera toda a filosofia das negociações com o Council e o aluguer do parque. Todo o licenciamento e preço é alterado. Em segundo lugar, os ataques infundados à organização que iriam alterar a credibilidade da Organização junto do público.
"Na comunidade portuguesa, há sempre dúvidas em relação a dinheiro mesmo quando se entrega toda a contabilidade do evento. Nunca acreditam que possa ser verdade" - afirma Ludgero Castanho.
Questionados sobre os prejuízos de uma festa que reuniu 20 mil pessoas, a Organização refere que o prejuízo é em cima da própria Organização porque os participantes tiveram lucro. "Não há nenhum participante que refira ter perdido dinheiro e 24 horas depois do evento, um dos participantes que se estreou este ano contactou-nos no sentido de assegurar a sua particpação em 2013" - diz Ludgero Castanho.
Para Rui Simões, a "Comunidade deveria agradecer porque as condições em que organizamos esta festa foram desumanas em relação ao stress vivido, à desistência de participantes e sponsers e à falta de dinheiro. Já estive em organizações anteriores que foram difíceis mas esta foi a pior de todas" - diz.
A dada altura, a Organização teve duas horas para encontrar 15 mil libras em cash para pagar as tendas, a limpeza do parque e a segurança. Nenhum deles aceitou o pagamento em cheque. Foi aqui que Ludgero Castanho teve que tirar 5 mil libras do bolso e Rui Simões teve que adiantar 10 mil libras. "Os rádios de comunicação que fomos obrigados a alugar, custaram quase mil libras" e isto são despesas que ninguém suspeita.
João Luis do Grupo Madeira e Fernando Marques do restaurante A Toca foram as ajudas destacadas pela Organização.
O Council fez questão de informar que sem dinheiro, o evento seria cancelado e "para nós teria sido mais fácil cancelar mas o dinheiro entretanto recebido e pago seria dinheiro perdido. Era nossa obrigação entregar o evento à Comunidade" - diz Rui Simões.
Os artistas que em Portugal viram a viagem para Londres cancelada, entenderam a situação e aceitaram pacificamente. "Quando vimos a lista de cortes na despesa, os artistas estavam na cabeça dos valores e foi por aí que começamos" - afirma o organizador.
Rui Simões, destaca "ainda o apoio dos jornais PaLOP News e As Notícas e lamenta que outros meios não tenho seguido o mesmo exemplo e tenham optado pelo boicote ao evento. "Não se entende que um meio que trabalha com a para a comunidade não apoie o seu maior evento" - diz Rui Simões.
"Ha coisas que a comunidade pode fazer a quem nos castigou sem razão aparente" diz rui Simões numa clara alusão ás empresas e associações que estiveram ausentes do evento. "Não é justo que se distanciem e nos tivessem deixado nas condições em que nos deixaram.
"As associações empre tiveram por parte da Organização uma compreensão especial e pagaram sempre no dia do evento quando o deveriam fazer, como todos os outros, bastante antes do evento. Não foram justas com o apoio que lhes dispensamos" - diz a Organização.
"Tristes, magoados, frustrados e fartos disto tudo", são no seu conjunto a definição de como se sentem os elementos da Organzação da edição de 2012.
Rui Simões, pede distância de eventos que envolvam a comunidade portuguesa no futuro e apela para que seja esta para marcar a sua presença de apoio ao perdão da dívida. "Levar a comunidade junto do Council é uma ajuda possível. Fizemos um evento para a comunidade que nos leva meses de trabalho sem remuneração. Todas as edições apresentam a contabilidade ás autoridades e aos participantes. No ano passado foi entregue aos jornais e das duas vezes tive que tirar dinheiro do bolso. Não quero reaver o dinheiro mas gostava de ter o apoio da comunidade para nos ajudar a negociar com o Council." - diz Rui Simões.
"Este trabalho é feito por carolice em função da Comunidade, não seria nada demais se fosse a própria Comunidade a ajudar a Organização" - diz.
O recurso aos participantes, pode bem ser uma das soluções. "Na ultima reunião, um dos participantes desistiu de estar presente e a solução encontrada foi dividir aquele valor pelos restantes que aceitaram de pronto. Os organizadores também contribuiram e a cabeleireira Aidé acabou por também ter contribuido com algumas centenas de libras" - afirma a Organização.
- Justifica este esforço?
- No geral, não podemos olhar para as vozes que nos acusam injustamente. O essencial é saber que as pessoas se deslocam e saiem contentes do recinto e por essa via compensa" - refere Rui Simões.
Quanto à facturação de cada restaurante no recinto, Rui Simões refere entre as "sete mil e as 25 mil libras" como numeros mínimo e máximo de factuaração bruta. 
- Esse valor permite aumentar o valor dos stands?
- É difícil. Mesmo assim já acham caro.
A Organização, refere o esforço das nossas autoridades que convidam à participação associativa mas este ano não resultou estando todo o movimento fora do evento.
Quanto ao Embaixador de Portugal, "só temos que agradecer o apoio que nos deu" No dia seguinte ao evento, nas instalações da Embaixada, o diplomata afirmou "ter gostado".
A Serrana, acabou por substituir o sponser principal e ficou provado que a festa dos portugueses "também pode ser feita com cerveja não portuguesa" Em todo o caso, "se tivessemos sido avisados com maior antecedência, concerteza haveria cerveja portuguesa  evento. Com duas semanas era impossível negociar a logística de outra forma".
"Ingratidão" é a expressão mais vezes repetida relativa a uma importante franja da Comunidade Portuguesa. "Pedimos desculpa ao público por não termos conseguido trazer o cartaz anunciado mas também queremos agradecer a quem nos apoiou" - diz a Organização. 
- E se a Comundade não ajudar?
- Vou preso - diz Rui Simões com ironia.
Nos agadecimentos, Daniel Nunes do aluguer dos balcões e geradores, A Serrana, a Bicafé, a Caixa Geral de Depósitos, o Banco BPI e ao Millenium/BCP bem como o Grupo Madeira além de todos os outros participantes. Uma referência especial para a funcionária do Council de Lambeth Somia Elmartion que foi "incansável na ajuda prestada a esta Organização".
Além dos jornais que apoiaram o evento, um agradecimento suplementar ao Restaurante A Toca por ter cedido a sua licença pessoal para o evento.
Para os organizadores, "quem perdeu mais dinheiro foram os restaurantes que estiveram ausentes havendo mesmo um líder associativo que se terá lamentado por não estar presente depois de ver o ambiente do recinto".
Na aprendizagem, dois pontos a reter. A festa dos portugueses não precisa de trazer artistas de Portugal e a cerveja só precisa de estar "viva" e fresca. Aumentou o leque de patrocínios possíveis e subiu o prestígio dos artistas portugueses que trabalham no Reino Unido.
Edição 2012 da Festa do Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas. Ponto.
 

Comentários  

 
+1 #19 RUI SIMOES 12-07-2012 12:28
CARO ALCINO FRANCISCO
ENTRE OUTRAS FALHAS ,ESTA A REFERENCIA A DIVIDA DO ANO 2011K NAO SAO 1800 LIBRAS ,NEM A DESTE ANO 6800,TENHO CERTEZA ABSOLUTA K NAO FORAM ESTES OS NUMEROS DADOS,MAS ISTO SAO 2 ERROS ENTRE MUITOS,E GOSTAVA DE DEIXAR CLARO TAMBEM K EM MOMENTO ALGUM UTILISA-MOS LINGUAGEM INSULTUOSA A KEM KER K SEJA K NOS TENHA-MOS REFERIDOS DURANTE A ENTREVISTA,SAO ESSE TIPO DE COMENTARIOS A K FAZ ALUSAO K CRIAM MAL ESTAR,E A ENTREVISTA K LHE DEMOS NAO FOI PARA CRIAR MAL ENTENDIDOS MAS SIM PARA EXPLICAR TUDO O K SE PASSOU DURANTE A REALIZACAO DO EVENTO.
PENSO TAMBEM K O SENSACIONALISMO JORNALISTICO NAO FAZ SENTIDO NA NOSSA COMUNIDADE.
K SIGNIFICADO DA A 'ALGIBEIRA DUPLA'
DE RESTO NUNCA ESTEVE EM CAUSA ALGUMA AFIRMACAO MAS SIM INSINUACOES DESNECESSARIAS K LEVAM LEITORES A FAZER JUIZOS ERRADOS DE PESSOAS K SAO CONSTANTEMENTE FALADAS SEM RAZAO PARA ISSO
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+1 #18 RUI SIMOES 12-07-2012 12:08
TINO NEM COPIAR SABES PELO MENOS DA-TE AO TRABALHO DE FAZERES UMA CORRECAO ANTES DO ENVIO DOS COMENTARIOS ,PARA NAO CAIRES NO RIDICULO DE UTILIZAR PALAVRAS K NAO EXISTEM ,E TAMBEM PARA NAO FICARES CONFUSO COM TERMOS K NAO ENTENDES.
NA MINHA TERRA UM BURRO CARREGADO DE LIBRAS E UM DOUTOR EM LONDRES SERA O MESMO.
SAUDACOES CORDIAIS
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+1 #17 Alcino Francisco 10-07-2012 01:00
Citando RUI SIMOES:
1-ENTREVISTA COM MUITAS DIFERENCAS DA K FOI DADA
2-NAO SE ENTENDE O PK DE TENTAR CAUSAR POLEMICA COM CERTOS TERMOS USADOS PELO JORNALISTA
3- O EVENTO ATRAIR 1000 OU 100.000 EM NADA BENEFICIA A ORGANIZACAO , POR ISSO SR ALCINO FRANCISCO NAO CONFUNDA OS LEITORES


A entrevista aqui publicada, refere a gravação em nosso poder. Dada a agressividade de algumas expressões usadas pelos entrevistados, preferimos "suavisar" o discurso pelo respeito que nos merecem os leitores, colegas e anunciantes. O PaLOP News não partilha o tipo de linguagem refletida nos comentários a este artigo e não alterou o contexto das afirmações gravadas. De resto, não afirmamos que o benefício seja da organização. Apenas afirmamos que um evento com a rotação financeira deste não justifica os prejuízos acusados que estando em nome da organização, afeta o prestígio de todos.
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+1 #16 celestino rodrigues 10-07-2012 00:53
NAO SEI O TIPO DE LITERATURA AQUI COMENTADA.
IGNORANCIA E SEM FORMACAO SERA UM RELEVO BEM TOPICO DE UMA SINTONIA ESQUIZOFRENICA DESACERTADA DE ALTA PADENCIA COM CONSEQUENCIAS DE ASFIXO E DE CONJUNTURAS PERISMATICAS SEM CURA .NAO TENHO NADA CONTRA A AGRICULTURA, MAS DEDICAM-SE A CAVA DAS BATATAS, TERAO MAIS JEITO POSSILVEMENTE!! ! NAO SEJAM PRETENCIOSOS ABRACOS
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+1 #15 RUI SIMOES 07-07-2012 22:25
TINO REALMENTE ES MESMO UM CROMO,TU PARA ALEM DE FALSO ES MENTIROSO,POR PARTE DO SR AUGUSTO NUNES SO ME FOI PROPOSTO A CANDIDATURA CONJUNTA DEPOIS DA VOSSA TER SIDO RECUSADA E NAO CANCELADA COMO TU DIZES,AGORA POR TI SIM TU TODOS OS DIAS ME PROCURAVAS PARA OFERECER OS TEUS SERVICOS E EU SEMPRE RECUSEI POR VARIAS RAZOES K PASSO A EXPLICAR ,ES FALSO ES INTRIGUISTA ES COSCUVELHEIRO ENTRE OUTROS ADJECTIVOS,HA E AGORA ATE ENGANAS AS PESSOAS A DIZERES K ES BARRISTER ,GANHA VERGONHA ACHO K SOFRES DE UM ELEVADO GRAU DE PADECENCIA.
AS PESSOAS SO TEM A IMPORTANCIA K NOS LHES DA-MOS E EU A TI NAO TE DOU NENHUMA, FAZ UM FAVOR A TI PROPRIO E DEDICA-TE A PESCA
SAUDACOES CORDIAIS
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+1 #14 RUI SIMOES 07-07-2012 22:04
ENTAO TINO JA TE TIRARAM O TITULO OU VAIS ESCOLHER UM COM MAIS PINTA...TU AFINAL SOFRES DE UM ELEVADO GRAU DE PADECENCIA E ES MENTIROSO ATE DIZER CHEGA NAO MERECES O TEMPO GASTO CONTIGO ,AS PESSOAS SO TEM A IMPORTANCIA K NOS LHES DA-MOS E EU A TI NAO TE DOU NENHUMA ,TU ES DAKELAS PESSOAS K NAO FAZES NADA PELA COMUNIDADE E SO SABES CRITICAR,OU ISTO ESTA A SER ENCOMENDADO POR ALGUEM ,FAZ UM FAVOR A TI PROPRIO DEDICA-TE A PESCA

OLHA EU COMO NAO SOU ADVOGADO NEM BARRISTER VOU ASSINAR SO COM O MEU NOME

SAUDACOES CORDIAIS
RUI SIMOES
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+1 #13 celestino rodrigues 07-07-2012 09:55
QUE A CANDITATURA FOI CHUMBADA : MENTIRA
SIM CANCELADA NO DIA 07/02/2012 DEVIDO A INTERFERANCIA NA APLICACAO.
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+1 #12 celestino rodrigues 07-07-2012 09:47
QUE DESCONHECIA CANDIDATURA ! MENTIRA
QUE O SR. AUGUSTO QUIS COLABORAR! VERDADE
QUE HAVIA PREFERENCIA E QUESTIONAVEL!!
E O RESTO E IRRELEVANTE!!!
ESPERA-MOS PELA CONCLUSAO DA INVESTIGACAO.
ABRACOS
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+1 #11 celestino rodrigues 07-07-2012 09:32
iIDIOTAS E COMPETENTES UM FATO!, PELA ALDRABI-SE DE QUE SE DESCONHECIA A OUTRA CANDITATURA POSSO PROVAR O CONTRARIO.
FOI ENGANADO SIM! POR VOS E PELA CAMARA DE LONDRES POR RAZOES SALIENTADAS E QUE REALMEMTE O SR. AUGUSTO SE OFERECEU-SE PARA A COLABORAR NO EVENTO.
O CASO AINDA ESTA EM AVERIGACAO DERIVADO A TAL PREFERENCIA!!! CONCLUSAO CORRUPCAO!!!!!! ABRACOS
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+1 #10 RUI SIMOES 28-06-2012 13:06
TINO BARRISTER
NAO SEI SE BARRISTER E NOME DE FAMILIA OU ALCUNHA MAS FICA-TE BEM. ESTAVA EU NO SOSSEGO DO MEU LAR UMA CERTA NOITE KUANDO TU ME LIGAS A DIZER K KERIAS FALAR COMIGO ,LEMBRAS-TE...ALGUNS DIAS DEPOIS ENCONTAMOS-NOS E TU COMECAS-TE POR DIZER K TE TINHAM ENGANADO K TINHAS SIDO USADO K ERAM UNS FILHOS DISTO E DAKILO...ATE ME OFERECES-TE UM SPONSOR DE 50.000LIBRAS DA RYANAIR, E EU DISSE-TE K SE ISSO ACONTECECE A COMISSAO TE DAVA 15 POR CENTO ..OU NAO PRECISAS DE DINHEIRO OU ERA SO TRETA.VENS AGORA CHAMAR INCOMPETENTE E IDIOTAS ...KEM ES TU???MESMO ASSIM VOU TE PERDOAR PK SEI K SOFRES DE UMA PATOLOGIA K AGORA TEM FACIL CURA,TENS O INTESTINO GROSSO LIGADO A BOCA, E DEPOIS SO DIZES .....ASNEIRAS
SAUDACOES CORDIAIS
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