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Sopas de cavalo cansado

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A recente decisão do juiz Neto de Moura num processo que envolve violência domestica, trouxe para a ribalta uma discussão cultural e politica que se espera possa dar frutos legislativos. 
Em questão, pode estar a consciência do julgador mas fundamentalmente, pode estar também uma questão técnica já que o juiz, para sentenciar, deve utilizar a ferramenta legislativa que tem ao seu dispor e que e aprovada pelos deputados na Assembleia da Republica, estes sim, verdadeiros culpados pelo ambiente legislativo em que este juiz se fundamenta para sentenciar. 
Entender as diferenças entre o homem e a mulher sem aceitar a condição humana, e próprio do paleolítico o que deixa todos os deputados numa posição desconfortável. A generalidade dos cidadãos, desconhece que cada deputado, tem por direito, a oportunidade de uma vez a cada ano, usar um tempo de alguns minutos para dizer que entender e, os próprios deputados, parecem também desconhecer esse privilégio uma vez que, por questões de "balneário", nunca o utilizam. 
Em Portugal, passou o tempo em que se dava as crianças antes de irem para a escola, "sopas de cavalo cansado" produzido através de uma mistura de pão e vinho tinto. Seria já tempo de Portugal, primeiros pais do mundo a abolir a escravatura, perceber que a violência contra as mulheres e crianças, deixa os homens de fora, principais responsáveis pelo crime de "molhar a sopa" ou "dar corda ao relógio" na gíria da pior espécie de homens enquanto seres humanos. 
Segundo a Eurodeputada Liliana Rodrigues, a Madeira, seguida dos Açores e do Algarve, batem os recordes de violência contra as mulheres em Portugal onde todos os dias duas mulheres apresentam queixa sobre este género de violência. 
Pela voz da eurodeputada, são desconhecidos os resultados dos investimentos feitos na prevenção e cuidado do flagelo apesar de Bruxelas disponibilizar avultadas verbas a rondar os 800 milhões de euros. 
Num momento em que se assiste a uma invasão na Europa, por parte de uma comunidade muçulmana que tem por referência não respeitar as mulheres, urge discutir e repensar a legislação e as mentalidades. 
Em honra da minha mãe, da minha filha, das minhas irmãs, não necessariamente por esta ordem. 

Por: Manuel Gomes
Data: 27/10/17
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