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BREXIT esse desconhecido

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O Reino Unido acordou sobressaltado no dia 24 de Junho de 2016 e percebeu o resultado de um referendo que ditou a saída do Reino Unido da União Europeia.

Imigrantes em Londres, correram aos escritórios de advogados, advisers, solicitors e até contabilistas para tratar de um documento que lhes permitisse permanecer no Reino Unido.

Impressos de quase uma centena de páginas foram emitidos pelo "Home Oficce" (equiparado ao SEF em Portugal), para preenchimento imediato. Empresas de serviços viram-se subitamente invadidos por um povo em desespero pelo medo de ser extraditado em consequência do referendo.

David Cameron seria a grande vítima depois de ter feito campanha pela permanência enquanto Nigel Farage e Boris Johnson, cantavam uma vitória descrita um ano depois como a maior derrota na história do Reino Unido.

Confrontados na rua pelo Palop News, alguns britânicos defendem a necessidade de proteger as suas fronteiras contra o terrorismo ao mesmo tempo que anseiam a liberdade da liderança alemã a fazer lembrar resquícios restantes de 1948.

Entre Junho de 2016 e o fim de 2017, muitas têm sido as orientações do Governo de Theresa May e as opiniões dos especialistas que se contradizem com uma cadência diária.

Ao mesmo tempo, os discursos de Westminster e Bruxelas oscilam entre posições, havendo mesmo situações em que num mesmo dia haja determinada informação e o seu contrário.

Sobre o impresso que daria acesso a permanecer no Reino Unido e que foi disponibilizado imediatamente a seguir ao referendo, sabe-se agora que é inválido e que os imigrantes terão que se candidatar a um novo documento de residência. Os milhares de libras entretanto gastos pelos imigrantes são absolutamente inválidos e os conselhos dados pelo Governo de Portugal para que os portugueses preenchessem o documento caiem por terra. Afinal, seguir as instruções da classe política e dos técnicos especialistas nas questões da imigração, estão a ser anulados por informação e contra-informação que diariamente é publicada pelos jornais britânicos.

No final de 2017, a população migrante não tem ainda uma orientação definitiva para um futuro cada vez mais incerto que será decidido, ninguém sabe quando nem como por Westminster e Bruxelas.

A chegar ao Natal, sabe-se que existe um acordo em relação á fronteira da Irlanda do Norte a abrir caminho para os acordos comerciais. Londres e Bruxelas, concordam finalmente com o valor do divórcio e a permanência dos cidadãos nos lugares onde residem actualmente. Finalmente, os europeus a viver no Reino Unido, respiram alguma tranquilidade em relação ao seu futuro.

Por saber, fica o prazo que vai durar esta negociação e o que vai acontecer com a libra que pode desincentivar os europeus a viver na União Britânica.

Garantido, é que 2018 vai trazer novidades com avanços e recuos numa negociação que se espera dure para lá de 2019.

PN

Data: 7 janeiro 2018

Apoio: MA Autos

 

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