Apesar de as filhas terem nascido em território britânico, José Silva faz questão que saibam ler e escrever português, mas teme o fim do ensino da língua portuguesa no estrangeiro.
De nove e 16 anos, as filhas às vezes respondem em inglês mas ele finge que não percebe e preocupa-se porque quer que elas comuniquem com a família quando passam férias em Portugal, conta à agência Lusa.
"Estou cá há 21 anos mas não quero deixar a língua para trás", justifica este proprietário de um café.
A continuação das aulas na escola em West Norwood, no sul de Londres, onde há cerca de vinte crianças portuguesas, não tem sido fácil devido às más condições.
"Umas vezes não têm salas porque não pagam, outras vezes as aulas são dadas em corredores ou
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